Palestra para escolas

Palestra sobre Cyberbullying para Escolas

Cyberbullying raramente aparece como uma denúncia clara. Aparece como uma criança que parou de querer ir para a aula, um celular virado para baixo, uma turma que ri de algo que ninguém explica. Esta palestra ensina a enxergar esses sinais e a agir sem expor ainda mais quem já está sofrendo.

Duração
50 min a 1h30 por sessão
Sessões
Alunos, professores e famílias
Faixa etária
Do fundamental ao ensino médio
Formato
Presencial ou on-line

O que a sua escola leva da palestra

O objetivo não é assustar a plateia. É deixar a comunidade escolar sabendo exatamente o que fazer na próxima segunda-feira.

  • Sinais concretos de alertaMudanças de comportamento, isolamento e queda no rendimento que costumam anteceder a denúncia.
  • Protocolo de acolhimentoComo conversar com a vítima sem expor a criança na frente da turma e sem transformar o relato em espetáculo.
  • Como documentar provasRegistro correto de prints, links e datas, preservando a informação necessária para a escola e, se preciso, para as autoridades.
  • Quem acionar e quandoO papel da escola, da família e dos canais oficiais, como o Disque 100 e a SaferNet.
  • Trabalho com o agressorComo tratar quem praticou sem apenas punir, encarando o comportamento como algo que precisa ser reeducado.
  • Plano de ação da escolaUm roteiro simples de prevenção e resposta que a coordenação leva pronto para adaptar ao seu regimento.

Como a palestra é conduzida

Três olhares sobre o mesmo problema, porque aluno, professor e família precisam de conversas diferentes.

  1. Sessão com alunos. Situações reais na linguagem da idade, mostrando o efeito de uma piada que viraliza e o poder de quem decide não repassar.
  2. Sessão com professores e coordenação. Como identificar, registrar e encaminhar, sem virar investigador e sem deixar o caso sem resposta.
  3. Sessão com famílias. Como perguntar sem invadir, o que observar no comportamento e como agir junto com a escola em vez de contra ela.
  4. Material de continuidade. Resumo com sinais de alerta, protocolo de resposta e contatos úteis para circular entre a equipe.

Por que a sua escola pode confiar nesta conversa

Segurança digital é metade do trabalho. A outra metade é saber falar com criança, com adolescente e com família sem assustar ninguém.

Pós-graduação em Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem

Formação na PUC-RS que embasa a escolha de linguagem, exemplos e ritmo para cada faixa de idade. É o que diferencia uma palestra que a turma escuta de uma que a turma suporta.

Membro da ISTE+ASCD

Rede internacional de educadores dedicada ao uso responsável de tecnologia na educação, referência global em cidadania digital.

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Base técnica verificável

Graduação em Gestão da Segurança e Defesa Cibernética e certificações emitidas por AWS, EC-Council, EXIN e Microsoft, todas com código de verificação público.

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Caso real · agosto de 2026

Como foi na Escola Municipal de Ensino Fundamental Anita Garibaldi

Palestra para as famílias dos alunos, com o tema Uma Cidadania Digital Mais Consciente. A escola recebeu material impresso com a própria identidade, e os alunos receberam certificado de capacitação.

  • Público: famílias dos alunos
  • Carga horária de 2 horas
  • Guia de dicas impresso
  • Certificado para os alunos
  • Chaveiro de lembrança

Trecho de 3 minutos da conversa com as famílias, em agosto de 2026.

Carlos Heuser durante a palestra sobre cidadania digital para as famílias dos alunos, em sala da Escola Municipal de Ensino Fundamental Anita Garibaldi
A conversa com as famílias, em agosto de 2026.
Guia de dicas impresso Uma Cidadania Digital Mais Consciente, com o brasão da Escola Municipal de Ensino Fundamental Anita Garibaldi
Guia de dicas impresso, com a identidade da escola.
Certificado de capacitação Uma Cidadania Digital Mais Consciente, com carga horária de 2 horas
Certificado de capacitação entregue aos alunos.
Chaveiro de fita com a marca Protegido.Digital, entregue como lembrança da palestra
Chaveiro entregue como lembrança.

Perguntas
frequentes

As dúvidas que instituições trazem antes de fechar a data.

Trabalho do ensino fundamental ao médio, com roteiros distintos por faixa. Para os menores, o foco é convivência, empatia e pedir ajuda a um adulto. Para os adolescentes, entram exposição, reputação, grupos e a responsabilidade de quem compartilha.
O recomendado é separar. Alunos falam com mais liberdade sem os pais na sala, e professores precisam de espaço para tratar de procedimento e regimento. É comum fazer a sessão dos alunos durante o dia e a das famílias no fim da tarde ou à noite.
Registre prints com data, horário e endereço da publicação ou do perfil, preserve as mensagens originais sem editar, anote quem relatou e quando, e mantenha o material em local restrito. Esse cuidado é o que sustenta uma conversa com a família e, se necessário, uma denúncia formal.
A palestra entrega um plano de ação de prevenção e resposta que a coordenação pode incorporar ao regimento. Para um trabalho mais profundo e contínuo, o caminho é o programa de cidadania digital, que envolve a escola ao longo do ano.
O bullying tradicional acontece em um lugar e em um horário. O cyberbullying acompanha a vítima para dentro de casa, pode ser anônimo, se multiplica por compartilhamento e deixa registro permanente. Por isso o acolhimento precisa vir junto com orientação técnica sobre provas e denúncia.

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