Programa para empresas

Protegido Ao Vivo: Programa de Segurança Digital para Empresas

Golpe contra empresa raramente começa por falha técnica. Começa por uma pessoa que recebe um pedido urgente e confia. O Protegido Ao Vivo é uma série de encontros sob medida em que diretoria, financeiro e equipe ensaiam esses golpes antes que eles aconteçam, e cada encontro termina com uma decisão escrita, não só com informação.

Encontros
De 90 minutos a 3 horas
Público
Diretoria, financeiro e toda a equipe
Privacidade
Resultados só agregados, nunca por pessoa
Participação
Pelo navegador do celular, sem instalar nada

Para quem é o programa

Cada público recebe o encontro que corresponde ao risco que ele carrega. Falar com a diretoria e com a operação do mesmo jeito não muda nenhuma das duas.

Diretoria e sócios

Quem tem poder de mandar pagar e exposição pública. É o alvo preferido de coação, deepfake e falso diretor.

Financeiro e compras

Quem aprova pagamento e troca conta de fornecedor. É onde o golpe vira prejuízo.

Toda a equipe

Quem recebe o e-mail, a mensagem e a ligação primeiro, e quem pode avisar cedo.

Funcionários e famílias

Encontro opcional, porque golpe que começa em casa também chega à empresa.

O problema, com fonte

Os números que sustentam o programa, cada um com o estudo de onde saiu.

R$ 7,44 milhões por violação de dados

Custo médio de uma violação de dados no Brasil em 2026, segundo o relatório Cost of a Data Breach da IBM.

Ler o relatório da IBM

Treino tradicional quase não reduz o clique

Um estudo com cerca de 19.500 funcionários mediu redução de cerca de 1,7% no clique em phishing depois do treino de conscientização tradicional. Saber que golpe existe não impede a transferência.

Ler o estudo (Ho et al., 2025)

O que reduz perda é processo

Confirmar pelo número já cadastrado, dupla aprovação, palavra-código, cultura de avisar cedo sem punição e uma diretoria que já ensaiou a crise. É isso que os encontros constroem.

Os encontros

A ordem recomendada começa pela diretoria: ela precisa aceitar ser barrada pelos controles antes de o financeiro assinar o protocolo.

  1. Diretoria: coação, deepfake e crise (3 h). Simulação de falso sequestro em dupla, demonstração de voz e vídeo sintéticos de pessoa fictícia e exercício de mesa da primeira hora de uma crise. A diretoria sai com palavra-código combinada e responsáveis definidos.
  2. O golpe que custa caro (2 a 3 h). Com financeiro e compras, cenas de falso diretor e de troca de conta de fornecedor, e a construção do protocolo de pagamento com o fluxo real da empresa. O protocolo é assinado pela equipe.
  3. Experiência ao vivo (90 min). Toda a empresa responde às cenas no próprio celular. O telão mostra só o resultado agregado do grupo, e cena com menos de 5 respostas não mostra número nenhum.
  4. Telemetria emocional (opcional). Para líderes, RH e compliance: como pressão, urgência e emoção afetam decisões, como perceber a manipulação em si e no outro, e como conduzir uma conversa difícil sem gerar bloqueio.
  5. Família protegida (opcional). Encontro à noite com funcionários e famílias sobre golpes que começam em casa: falso parente, voz clonada e conta invadida.
  6. Exercício de crise (trimestral). A diretoria revisa o plano e ensaia um cenário novo a cada trimestre, para o preparo não envelhecer.

O complemento entre os encontros

O que mantém o assunto vivo depois do dia do encontro.

  • Reforço curto a cada 15 diasUma cena ou um lembrete rápido, para o protocolo não ser esquecido.
  • Teste autorizado do financeiroUma vez por mês, com autorização escrita prévia, um teste dos controles combinados.
  • Relatório mensal agregadoA diretoria recebe números do grupo. Grupos com menos de 5 pessoas não aparecem, para ninguém ser identificado.
  • Certificados de participaçãoPara quem participou dos encontros.

Como começa

Antes de qualquer proposta, uma conversa curta para entender a sua operação.

  1. Diagnóstico de 45 minutos. Sem custo, com quem decide e com quem cuida do financeiro: como os pagamentos são aprovados, que golpes já chegaram e o que a empresa quer proteger primeiro.
  2. Proposta final. Com escopo, encontros, datas e valor, montada a partir do diagnóstico.
  3. Contrato e autorização. Assinatura do contrato e da autorização escrita para os testes do financeiro, antes do primeiro encontro.

Perguntas
frequentes

As dúvidas que instituições trazem antes de fechar a data.

O programa coloca processo no lugar onde o golpe vira prejuízo: confirmação pelo número já cadastrado, dupla aprovação, palavra-código e uma cultura em que avisar cedo é elogiado. Cada encontro termina com uma decisão escrita, e os testes mensais mostram se os controles estão funcionando.
Na experiência ao vivo e no relatório, a diretoria vê só números do grupo. Grupos com menos de 5 pessoas não aparecem, para ninguém ser identificado. Cada participante entra com um apelido, sem nome, e-mail ou telefone.
Não. Cada participante entra pelo navegador do próprio celular com um código de turma, e o apresentador conduz pelo telão.
Em parte. A experiência ao vivo funciona com cada pessoa no próprio celular, na sala ou numa chamada de vídeo. Os encontros da diretoria e o exercício de crise rendem mais presenciais, porque dependem de mesa e de simulação em dupla; on-line é possível com adaptação.
Cada encontro dura de 90 minutos a 3 horas. O programa pode ser um encontro avulso, um ciclo de três meses ou um acompanhamento anual com um encontro por mês. O formato é definido depois do diagnóstico de 45 minutos.
Uma vez por mês, com autorização escrita da diretoria, enviamos um pedido simulado, como um falso diretor ou uma troca de conta de fornecedor, com valores fictícios e sem movimentar dinheiro. O resultado mostra se os controles combinados seguraram o pedido.

Vamos marcar a data?

Conte o contexto, o público e a data pretendida. Você recebe uma proposta com tema, formato e duração sob medida.